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Métodos Anticoncepcionais Químicos

Posted on: Novembro 22, 2009

Métodos Anticoncepcionais Químicos

São produtos em forma de creme, espuma ou óvulos que a própria mulher coloca no fundo da vagina um pouco antes da relação. Esses produtos contêm substâncias químicas capazes de destruir os espermatozóides. São métodos de baixa eficácia quando usados isoladamente, por isso recomenda-se utilizá-los sempre em conjunto com camisinha ou diafragma. Os métodos de barreira químicos não são totalmente seguros. Falham em 10 a 25% dos casos, além de não previnirem doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Um pouco de História

Pretendidos e ensaiados desde a antiguidade, os métodos anticoncepcionais evoluíram com o progresso tecnológico e o crescimento demográfico. Modernamente, abrangem variado leque de alternativas, algumas muito seguras, mas todas com alguma desvantagem. Os métodos anticoncepcionais ou contraceptivos destinam-se a evitar a gravidez. Variam desde o simples coito interrompido, por certo o mais antigo de todos os meios já utilizados, até as modernas pílulas anovulatórias (que inibem a ovulação) de reduzidos efeitos colaterais. Na escolha do método os dados mais importantes a considerar são: a plena aceitação por parte do homem e da mulher; a eficiência; a facilidade de emprego; o grau de inocuidade (não exercer efeitos negativos sobre a saúde) e a reversibilidade (poder ser suspenso, em favor da gravidez, se esta passar a ser desejada). O emprego de métodos anticoncepcionais, que a rigor deveria ser uma opção puramente pessoal, está ligado a questões de caráter econômico, social e político, como controle da natalidade e planejamento familiar. São problemas que só se apresentaram a partir do final do século XVIII, pioneiramente apontados pelo economista inglês Thomas Robert Malthus. Naquela época, o crescimento populacional começava a se tornar maior que o crescimento dos meios de subsistência. Dali até meados do século XX, a ameaça foi praticamente debelada nos países desenvolvidos, cujas populações se estabilizaram ou diminuíram. Alguns passaram mesmo a estimular a concepção. Nos países subdesenvolvidos, ao contrário, a tendência se manteve e se agravou, o que provocou a interferência do estado no controle da natalidade, por meio de campanhas, em alguns, até pela esterilização em massa das populações, em outros. Métodos femininos. Os meios anticoncepcionais próprios para a mulher podem ser classificados como naturais, mecânicos, químicos e cirúrgicos. Entre os considerados naturais o mais conhecido é o chamado Ogino-Knauss, ou da tabela. Baseia-se na determinação dos dias férteis do ciclo menstrual da mulher. Outro método natural, o das temperaturas, consiste em determinar o período fértil por meio da temperatura do corpo, que sobe durante a ovulação. O terceiro método natural é o do muco, ou método Billings, baseado na observação da secreção vaginal, que aumenta durante o período de ovulação.  Já no antigo Egito empregavam-se métodos químicos, como ungüentos de ação espermicida. Existem hoje diversas substâncias, comercializadas em cápsulas ou cremes, que devem ser aplicadas ao fundo da vagina imediatamente antes da relação sexual. Há também o tampão de esponja impregnada de um desses produtos. A eficiência desses meios é variável e tende a aumentar pela associação com outro método, como o diafragma. As pílulas anticoncepcionais difundiram-se a partir da década de 1960, quando foram sintetizados esteróides de ação estrogênica ou progesterônica (os hormônios estrogênio e progesterona, produzidos pelo ovário, regulam a menstruação). Criaram-se assim as pílulas de inibição do processo ovulatório, tomadas durante vinte, 21 ou 22 dias do ciclo menstrual. A eficiência é praticamente absoluta. Os inconvenientes são as contra-indicações para mulheres diabéticas, hipertensas ou fumantes com mais de 35 anos, pelo risco de doença circulatória. A injeção trimestral de progesterona sintética tem maiores desvantagens, pois quase sempre acarreta aumento de peso. O método cirúrgico para a mulher consiste na laqueadura ou ligação das trompas, pela qual o cirurgião obstrui o caminho que deve ser percorrido pelo óvulo a fim de ser fecundado.

Espermicida

Espermicidas são produtos químicos em formas de geléia, cremes, espumas e óvulos que se colocam na vagina. Eles matam ou deixam sem ação os espermatozóides, impedindo a entrada deles no colo do útero. Agindo assim evitam a gravidez e também protegem contra algumas doenças ginecológicas, como infecções vaginais. A utilização dos espermicidas, além de necessitarem de disciplina no uso é mais eficaz quando utilizado com a camisinha ou o diafragma.

Eles devem ser colocados antes de cada relação e podem chegar a interferir na relação por causa da mudança de cheiro ou umidade. É preciso cuidado, pois podem causar irritação na vagina ou no pênis.

Para cada tipo de espermicida há uma utilização diferente:

  • COMPRIMIDOS E ÓVULOS: devem ser colocados na vagina 15 minutos antes do início da relação.
  • GELÉIAS, CREME E ESPUMA: precisam de menos ou nenhum tempo de espera.

Usar os espermicidas não é aconselhado para mulheres que tem alergia ao espermicida, que não quer mais filhos e que não podem ficar grávida por motivos de saúde.


Pílula

A pílula anticoncepcional é considerada um dos melhores métodos de prevenção de uma gravidez indesejada.

A margem de segurança da pílula é de 99%, o que a torna o método anticoncepcional mais seguro de todos. Entretanto sua eficácia está relacionada ao modo pelo qual a mulher o utiliza, não deixando de tomar nenhum dia durante o uso da mesma cartela. Os hormônios presentes na pílula impedem a ovulação e, consequentemente, a gravidez.

Existem diversos tipos de pílula porque existem diversos tipos de mulheres. Por isso, é imprescindível a orientação médica para o uso desse método.


Anticoncepcional oral de emergencia: “Pílula do dia seguinte”

A pílula anticoncepcional de emergência, também chamada “pílula do dia seguinte”, é utilizada nos dias seguintes a uma relação sexual desprotegida. Há tipos diferentes desse medicamento, devendo ser usada sob orientação médica e nunca como método de rotina, mas apenas em circunstâncias excepcionais.A eficácia do tipo de pílula mais utilizado pode chegar a 95% quando iniciada nas primeiras 24 horas, de 85% entre 25 e 48 horas e de 58% entre 49 e 72 horas. Por não se tratar de um método de barreira, assim como os demais métodos hormonais, não previne contra DST/AIDS.


Injetável

Os anticoncepcionais injetáveis são injeções de hormônios semelhantes àqueles que o ovário produz. Eles agem evitando a ovulação. Devem ser aplicados a cada 30 dias, ou a cada 3 meses, conforme a composição. Sempre deve ser utilizado sob orientação médica. Sua eficácia é semelhante à dos anticoncepcionais orais. Uma de suas desvantagens é a possibilidade de alteração do ciclo menstrual. É importante lembrar que não previne contra DSTs.

Ninguém quer a 'visita' indesejada da Cegonha

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